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About Me Name: FANNY JEM WONG MIÑÁN Location: LIMA-CALLAO, Peru Magister en Psicología Educativa egresada de la Universidad Nacional Mayor de San Marcos.

Coração Selvagem: O RUÍDO DO SILENCIO POR WALTER FAILA

Enero 23, 2010

Coração Selvagem: O RUÍDO DO SILENCIO POR WALTER FAILA

Por FANNY JEM WONG - 22 de Enero, 2010, 17:22, Categoría: LAS COSAS QUE DISFRUTO

Coração Selvagem: O RUÍDO DO SILENCIO

Coração Selvagem: O RUÍDO DO SILENCIO

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
O RUÍDO DO SILENCIO

De ¿PARA QUÉ? POR FANNY JEM WONG

É verdade, no silêncio cresce o ruído, descem as esteiras da Lua,
naufragando nas ondas inquietas de um mar sinistro,
cheias de espumas e cabeças de areia,
colhendo palavras de uma praia adormecida.
Um órgão de algas interpreta as sereias,
enquanto a noite perturba o pranto insone,
das rochas afogadas de penumbras.
O cheiro a peles associa a sentença do esquecimento,
e a loucura domina a insensatez dos ventos despenteando os salgueiros.
Não te cales então, que no silêncio é mais violento o ruído,
e se escutam pensamentos que negamos,
realidades que mentimos, na alegria da luta por saber que estamos vivos.
Não detenhas os relógios dos meus montes,
não adormeças os duendes da ventura, deixa-os que saltem,
pelos outonos cinzentos, com aroma de alecrim e de jarilla.
Livre das filosóficas águas que emergem das pedras,
livre da liberdade que nos ata a cada dia.
A vida, meu amor, é um silêncio longo que grita a cada instante,
um suicídio do presente em armas de nostalgia
e a lembrança do futuro que entre dores e esperanças se pressente.
Aonde vais se partes? sempre o eco irá contigo;
sempre fugindo das vozes, seguirás sendo… palavra e grito.
Que me deixarás se te afastas,
deste espaço atemporal entre sórdidos caminhos?
Que levarás nas malas, ou em teus bolsos de fumaça e de sons?
Volta a pulsar como antes de ser metal !
submerge-te em minhas forjas de ventos desordenados
deixa-me moldar-te entre o bronze e o aço,
dos poucos sonhos que ainda me restam.
Não te vás na busca do nada que já tens,
segue afugentando os silêncios que explodem na vida.
Dá aos crepúsculos a tua voz desenhada entre algodões e arlequins.
Canta uma rima passageira, entoa a tua injúria e a tua desdita.
Não me deixes aqui, sozinho, imaginando na fonte ,
o murmúrio das águas, que caem comentando sua alegria.
O rugido dos homens quando têm sob seus pés,
a presa que dominam com o fuzil de suas cobiças.
É verdade,
o ruído faz mais ruído, quando o silêncio é mais silêncio,
e se estremecem os tímpanos da mente,
despedindo na sua agonia a corda de um violão
desgarrada em uma esquina do quarto.
As teclas de um piano umedecidas de abandono,
um concerto de pássaros , um coro de querubins,
e um rouxinol bêbado, dormindo caladamente nos quartos da alma.-
Não te cales!, meu amor,
deixa que tua voz acaricie a espécie e o planeta.
Os pombos devem seguir batendo suas asas de miragens,
em meus ninhos de ervas e de barro.

WALTER FAILA
Argentina
Tradução: Maria Lua

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Coração Selvagem: Revestida de musgos

Coração Selvagem: Revestida de musgos

Por FANNY JEM WONG - 22 de Enero, 2010, 17:13, Categoría: SENTIMIENTOS

Coração Selvagem: Revestida de musgos

Coração Selvagem: Revestida de musgos

De ¿PARA QUÉ? POR FANNY JEM WONG

Desapareceram!
Esconderam-se nos poros da Lua.
Foram-se com a areia abraçadas pelas ondas.
Colaram-se às notas da música,
Fugiram das salas de concertos.
E estavas ali sentada em uma pedra,
observando e escrevendo,
apontando cada imagem e substância.
Ninguém seria então desconhecido ou ignorado.
O amor pelo seu peso de sorriso e de nostalgia,
o corpo pela sua carne e pelos seus anos.
Agora… vazio,
torcidos os sonhos, polidos, inócuos,
não os vejo nem os sinto.
Evadiram-se pelos lábios sucessivos,
Desviaram-se pelas linhas de uns seios.
Transladaram-se em promessas corroídas,
Enferrujaram-se no lodo de meus tempos.
E segues ali, alma minha,
sentada em uma pedra,
revestida de musgos,
soluçando e escrevendo.

Walter Faila
Argentina
Tradução: Maria Lua

CONTADORWAP


RIMBAUD

RIMBAUD

Por FANNY JEM WONG - 22 de Enero, 2010, 17:19, Categoría: EDUCACIÓN

2010

niño POETA en el infierno

Reseña biográfica

Poeta francés nacido en Charleville en 1854.
Mostró desde pequeño un gran talento para la literatura. Muy joven
se trasladó a Paris donde trabó amistad con importantes poetas de la época, especialmente con Paul Verlaine con quien sostuvo una tormentosa relación amorosa que terminó dos años después a raíz de serias disputas entre ambos. De esta época datan las primeras publicaciones “El barco borracho” en 1871 y “Una temporada en el infierno” en 1873.
Su obra, de marcado tono simbolista, está profundamente influida por Baudelaire, por su interés en el ocultismo, en la religión y en la exploración sobre el subconsciente individual.
La vida licenciosa lo obligó a dejar por algún tiempo la poesía, viajó por Europa, se dedicó al comercio en el Norte de África y a su regreso a Paris en 1891 ya había sido publicada su obra “Iluminaciones” en 1886. Falleció en noviembre de 1891. ©

El ángel y el niño

El nuevo año ha consumido ya la luz del primer día;
luz tan agradable para los niños, tanto tiempo esperada y tan pronto olvidada,
y, envuelto en sueño y risa, el niño adormecido se ha callado…
Está acostado en su cuna de plumas; y el sonajero ruidoso calla, junto a él, en el suelo.
Lo recuerda y tiene un sueño feliz:
tras los regalos de su madre, recibe los de los habitantes del cielo.
Su boca se entreabre, sonriente, y parece que sus labios entornados invocan a Dios.
Junto a su cabeza, un ángel aparece inclinado:
espía los susurros de un corazón inocente y, como colgado de su propia imagen,
contempla esta cara celestial: admira sus mejillas, su frente serena, los gozos de su alma,
esta flor que no ha tocado el Mediodía :
«¡Niño que a mí te pareces, vente al cielo conmigo! Entra en la morada divina;
habita el palacio que has visto en tu sueño;
¡eres digno! ¡Que la tierra no se quede ya con un hijo del cielo!
Aquí abajo, no podemos fiamos de nadie; los mortales no acarician nunca con dicha sincera;
incluso del olor de la flor brota un algo amargo;
y los corazones agitados sólo gozan de alegrías tristes;
nunca la alegría reconforta sin nubes y una lágrima luce en la risa que duda.
¿Acaso tu frente pura tiene que ajarse en esta vida amarga, las preocupaciones turbar
los llantos de tus ojos color cielo y la sombra del ciprés dispersar las rosas de tu cara?
¡No ocurrirá! te llevaré conmigo a las tierras celestes,
para que unas tu voz al concierto de los habitantes del cielo.
Velarás por los hombres que se han quedado aquí abajo.
¡Vamos! Una Divinidad rompe los lazos que te atan a la vida.
¡Y que tu madre no se vele con lúgubre luto;
que no mire tu féretro con ojos diferentes de los que miraban tu cuna;
que abandone el entrecejo triste y que tus funerales no entristezcan su cara,
sino que lance azucenas a brazadas,
pues para un ser puro su último día es el más bello!»

De pronto acerca, leve, su ala a la boca rosada…
y lo siega, sin que se entere, acogiendo en sus alas azul cielo el alma del niño,
llevándolo a las altas regiones, con un blando aleteo.

Ahora, el lecho guarda sólo unos miembros empalidecidos, en los que aún hay belleza,
pero ya no hay un hálito que los alimente y les dé vida.
Murió… Mas en sus labios, que los besos perfuman aún, se muere la risa,
y ronda el nombre de su madre;
y según se muere, se acuerda de los regalos del año que nace.
Se diría que sus ojos se cierran, pesados, con un sueño tranquilo.
Pero este sueño, más que nuevo honor de un mortal,
rodea su frente de una luz celeste desconocida,
atestiguando que ya no es hijo de la tierra, sino criatura del Cielo.
¡Oh! con qué lágrimas la madre llora a su muerto
¡cómo inunda el querido sepulcro con el llanto que mana!
Mas, cada vez que cierra los ojos para un dulce sueño,
le aparece, en el umbral rosa del cielo, un ángel pequeñito que disfruta
llamando a la dulce madre que sonríe al que sonríe.
De pronto, resbalando en el aire, en tomo a la madre extrañada,
revolotea con sus alas de nieve
y a sus labios delicados une sus labios divinos.

FUENTE

http://amediavoz.com/rimbaud.htm

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Coração Selvagem: Recordações de domingo

Coração Selvagem: Recordações de domingo

Por FANNY JEM WONG - 22 de Enero, 2010, 17:06, Categoría: TODOS MIS ENLACES Y MÁS

Friday, January 22, 2010

Coração Selvagem: Recordações de domingo

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De REGALOS Y RECONOCIMIENTOS DE MIS AMIGOS POETAS POR FANNY JEM WONG

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Recordações de domingo

Uma junta de paralelepípedos se dilata no beco,
sob o Sol implacável de Santiago.
Declinam dois gestos na borda de teus supercílios
buscando explicações
no silêncio irascível de meu crânio.

Não há máculas que apaguem teus sudários
Nem brasas que consumam meu nono cigarro.
Os loureiros já ficaram amarelos
e os choupos adormeceram sob a insônia do orvalho .

Estou dizendo que não voltam os leitos dos rios
a beijar os pés de sua mãe nas montanhas.
Que o vento não retorna depois que já se foi
nem os remos empurram duas vezes a mesma água.

Que não há aço que suportem as forjas
nem flores que perdurem com alento de broto.
Que remendando inventários nas folhas do outono
fiquei remexendo as roupas da infância.

Estou dizendo que hoje sinto a tua falta mais do que nunca
que é domingo de orfandade e de nostalgia.
Que arrumo cristaleiras na tranqüilidade das horas
e não há espaço que não tenha teu olhar.

Que sei muito bem que já te foste
Que a vida devoraste no jantar dos tempos.
Que não retornam as pétalas perdidas
nem voltam os rosais a crescer no inverno

Estou dizendo que sou um cão ferido
ladrando a uma mancha grosseira de teus luzeiros.-

Walter Faila

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Alejandra Pizarnik - Tangible Ausencia

Alejandra Pizarnik - Tangible Ausencia

Por FANNY JEM WONG - 13 de Enero, 2010, 17:32, Categoría: BILIS NEGRA

Wednesday, January 13, 2010

Alejandra Pizarnik - Tangible Ausencia

De TÚ MI AGONÍA POR FANNY JEM WONG

TANGIBLE AUSENCIA

Que me dejen con mi voz nueva, desconocida. No, no me dejen. Oscura y triste la infancia se ha ido, y la gracia, y la disipación de los dones. Ahora las maravillas emanan del nuevo centro (desdicha en el corazón de un poema a nadie destinado). Hablo con la voz que está detrás de la voz y con los mágicos sonidos del lenguaje de la endechadora.

A unos ojos azules que daban sentido a mis sufrimientos en las noches de verano de la infancia. A mis palabras que avanzaban erguidas como el corcel del caballero de Bemberg. A la luz de una mirada que engalanaba mi vocabulario como a un espléndido palacio de papel.

Me embriaga la luz. No nombro más que la luz. Quiero verla. Quiero ver en vez de nombrar.

No sé dónde detenerme y morar. El lenguaje es vacuo y ningún objeto parece haber sido tocado por manos humanas. Ellos son todos y yo soy yo. Mundo despoblado, palabras reflejas que sólo solas se dicen. Ellas me están matando. Yo muero en poemas muertos que no fluyen como yo, que son de piedra como yo, ruedan y no ruedan, un zozobrar lingüístico, un inscribir a sangre y fuego lo que libremente se va y no volvería. Digo esto porque nunca mas sabré destinar a nadie mis poemas.

Vida, mi vida, ¿qué has hecho de mi vida?

Hemos consentido visiones y aceptado figuras presentidas según los temores y los deseos del momento, y me han dicho tanto sobre cómo vivir que la muerte planea sobre mí en este momento que busco la salida, busco la salida.

Volver a mi viejo dolor inacabable, sin desenlace. Temía quedarme sin un imposible. Y lo hallé, claro que lo hallé.

La aurora gris para mi dolor infuso, me llaman de la habitación más cercana y del otro lado de todo espejo. Llamadas apresurándome a cubrir los agujeros de la ausencia que se multiplican mientras la noche se ofrece en bloques de dispersa oscuridad.

Luz extraña a todos nosotros, algo que no se ve sino que se oye, y no quisiera decir más porque todo en mí se dice con su sombra y cada yo y cada objeto con su doble.


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Gloomy Sunday -Original, Hungarian Version

Enero 12, 2010

Gloomy Sunday -Original, Hungarian Version

Publicado en BILIS NEGRA, DESAMOR, DOLOR, LAS COSAS QUE DISFRUTO, MÚSICA VIDEOS, POESIA DE AUSENCIA , MELANCOLÍA Y TRISTEZA, POESÍA MALDITA , DE DOLOR , RABIA IRA , DESOLACIÓN Y LOCURA, RECUERDOS Y REGALOS, SENTIMIENTOS, TEMAS DE INTERÉS, VIDEOS INTERESANTES con etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , el Enero 12, 2010 por fannyjemwong

Monday, January 11, 2010

Canciones Suicidas (Gloomy Sunday)

Gloomy Sunday -Original, Hungarian Version

GLOOMY SUNDAY-BILLIE HOLIDAY VERSION


Diamanda Galas Gloomy Sunday


Canciones Suicidas (Gloomy Sunday)

Según se lee en Wikipedia las canciones suicidas vienen siendo aquellas en las que el sentimiento lírico más notable nos da a entender que las intenciones del personaje de la canción son las de tomar su propia vida.

Tales canciones, y siguiendo con Wikipedia, a menudo resultan estar relacionadas con sentimientos de dolor, locura o pena por algún asuntillo de amor no correspondido. Molestias que de cuando en vez resultan no dejar otra solución que la de borrarse de la vida.

gloomy sunday (Domingo Triste) viene a ser como el paradigma de este tipo de canciones debido a la trama de leyendas urbanas que se tejieron en su torno por allá en los lejanos 30’s, del siglo pasado, y que han hecho que el tema también se conozca como la “Canción Húngara del Suicidio”

Fue compuesta en 1933 por los húngaros Rezso Seress (el culpable de la música) y Laszlo Javor (el responsable de la letra), y pasó desapercibida hasta 1936, año en el que empezó a ser relacionada con una serie de muertes voluntarias que determinaron su prohibición por parte de las autoridades húngaras.

Tal censura llamó la atención de los músicos y cantantes norteamericanos quienes no desperdiciaron la ocasión y a finales de 1936 ya se contaba con una cantidad importante de versiones para la audiencia norteamericana.

La leyenda cuenta que fueron más de 1000 los suicidios relacionados con gloomy sunday en Hungría antes de que la canción fuera prohibida. Tales enlaces se establecieron cuando se supo de personas que se mataron durante o después de escuchar la canción, hicieron referencias al tema en sus notas suicidas, o fueron encontradas con una hoja con la letra del tema entre sus manos. Valga anotar que a la fecha la canción esta relacionada directamente con 1900 casos de muertes voluntarias.

Otra de las leyendas cuenta que Laszlo Javor compuso la letra del tema en memoria de una novia suya quien como única despedida, tras cruzar la puerta de salida, tan sólo dejó un “Domingo Triste” estampado a la mitad de una hoja en blanco.

Finalmente lo que si no es leyenda es que Don Rezso Seress entró a formar parte de los hermanos suicidiarios en 1968 al descolgarse a la muerte cuando saltó de un edificio en Budapest.

No obstante, la mancha de duda aparece en la historia que se cuenta con respecto a sus motivos para hacerlo pues, cuentan las malas lenguas, que tomo tal decisión deprimido por no haber vuelto a producir ninguna otra gran canción después del Domingo Lúgubre.

gloomy sunday ha sido interpretada en varias voces y versiones llegando incluso, entre unas y otras, a hacer pensar que se trata de dos canciones diferentes y no de dos versiones de la misma canción.

Entre las gargantas que han prestado su voz para entonar este himno del suicidio se cuentan las de artistas tan dispares como la de la gran Billie Holliday que fue quien la hizo conocida en los años 30, Heather Nova, Elvis Costello, Bjork, Sara Brightman, Sinead O’Connor, Diamanda Galas, Lydia Lunch y Paul whiterman, entre otros.

En 1999 el Alemán Rolf Schübel dirigió una película de título homónimo e inspirada en esta canción.

LETRA

Sunday is gloomy,
My hours are slumberless
Dearest the shadows
I live with are numberless
Little white flowers
Will never awaken you
Not where the black coaches
Sorrow has taken you
Angels have no thoughts
Of ever returning you
Wouldn’t they be angry
If I thought of joining you?

Gloomy sunday

Gloomy is sunday,
With shadows I spend it all
My heart and i
Have decided to end it all
Soon there’ll be candles
And prayers that are said I know
But let them not weep
Let them know that I’m glad to go
Death is no dream
For in death I’m caressin’ you
With the last breath of my soul
I’ll be blessin’ you

Gloomy sunday

Dreaming, I was only dreaming
I wake and I find you asleep
In the deep of my heart here
Darling I hope
That my dream never haunted you
My heart is tellin’ you
How much I wanted you
Gloomy sunday
————————-

Triste Domingo

“Triste domingo, con cien flores blancas”
Y ornado el altar de mi loca ilusión
Donde mi alma se ha ido a postrar
Mientras mi boca llamándote está
Muere en mi sueños ocasos de hastío
Cansados de espera y de soledad

¡Triste domingo!

Tú no comprendes la angustia terrible
De estar esperando, sin verte, llegar
¡Vuelen tus pasos que debo marchar!
No ves que muero con mi loco afán
Quiero que seas la blanca y piadosa
Mortaja que cubra mi hora final

¡Triste destino!

Querido
Junto a mi ataúd que circundan muchas flores
Aguarda mi confesión un sacerdote
Y a él le digo:
Lo quiero, lo espero.

No temas nada si encuentras mis ojos
Sin vida y abiertos y esperándote
Tus manos son quien los deben cerrar
Y acaso entonces yo habré muerto en paz
Siento un doblar de campanas, que
Lúgubremente sus voces me ordena marchar

¡Triste domingo!

¡Vuela mi vida tu paso querido
Que llega la hora que debo partir!
Quiero tenerte en mi viaje final
Y algo me dice que no llegarás
Triste domingo visítame amado
Que ahora en mi tumba yo te he de esperar

¡He de esperar!

FUENTE:

http://www.taringa.net/posts/info/3390632/Canciones-suicidas,-Gloomy-Sunday_.html

Lucía Jiménez – Gloomy Sunday Videoclip


Diamanda Galas – Gloomy Sunday


The Hungarian Suicide Song – Gloomy Sunday


Rezso Seress – Gloomy Sunday


Gloomy Sunday – Sarah McLachlan


Portishead – Gloomy Sunday


Gloomy Sunday – Elvis Costello


DIAMANDA GALAS Gloomy Sunday – tribute video


Posted by FANNY JEM WONG

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LLUEVEN SUICIDIOS POR FANNY JEM WONG

Enero 9, 2010

Enero del 2010

LLUEVEN SUICIDIOS POR FANNY JEM WONG

Por FANNY JEM WONG - 9 de Enero, 2010, 6:13, Categoría: DOLOR, DESOLACIÓN, TRISTEZA

LLUEVEN SUICIDIOS POR FANNY JEM WONG

zNciG327P5NM.jpg MUERTE picture by jemwong

LLUEVEN SUICIDIOS POR FANNY JEM WONG

Soy un fantasma escondido
entre las brumas del tiempo,
pirotecnias de rabia, roja ira,
verde angustia, negra soledad.

Camino entre estacas y ataúdes,
sus enormes bocas se mofan,
muestran furiosos colmillos,
mortíferas lenguas castrando esperanzas,
arrugando sueños, maliciosas hiedras.
En nuestras venas frio polvo, linfa helada….
¡No temo!

Un susurro inesperado inunda la mente,
el viento trae su grito desgarrador, añejo.
Todos los siglos que lo vieron nacer yacen aquí,
Y entre lenguas castradas llueven suicidios.


Sé que existo, sin embargo no soy nada,
De qué valió tanta soberbia enjaulada
Madurando guerras contra nosotros mismos
Solo alguien nos percibe… solo eso nos importa

FANNY JEM WONG
LIMA PERÚ
08-01-2010

“Dibujando círculos de éter tres volvieron a ser uno”

¡ASÍ SEA!

JEM

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Vídeo de YouTube


CONCIERTO DE AMOR POR FANNY JEM WONG

CONCIERTO DE AMOR POR FANNY JEM WONG

Por FANNY JEM WONG - 7 de Enero, 2010, 23:11, Categoría: AMOR

Wednesday, January 06, 2010

CONCIERTO DE AMOR POR FANNY JEM WONG

De MOMENTO POÉTICO POR FANNY JEM WONG

CONCIERTO DE AMOR POR FANNY JEM WONG

No deseo ser hembra de sueños y espuma
Ni fantasía de cómodas razones
Ni proezas de instantes efímeros
Ni leves huellas de pisadas en la arena.

Ni aire que aspira y arroja
Ni sueño inconcluso en el que muere el coloso
Ni paraje lejano que el aire visita
Ni fuente de agua nocturna que toma y olvida.

Deseo ser paseo azul de fresca lluvia que sana
Y mi nombre aire bendito en los labios.
La profundidad húmeda que cobije su hombría
En el sueño de la eterna sonrisa de la existencia.

Luciérnaga que alumbra sus lejanas noches
Echándome las raíces del árbol sobre el vientre.
Con la ternura infinita de un concierto de amor.
Y las palabras claras lamiéndonos las orejas.

Ser la eterna mirada que danza el vivo cuerpo.
La dorada melena del fiero león de los sueños
Entregada a la bestia desnuda por completo
Sobre la yerba verde de la alcoba.

Jem Wong.
04-05-05
LIMA PERÚ

Reeditado
08-12-2009

CONTADORWAP

FLORES DEL MAL Charles Baudelaire

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YouTube - Los poetas Malditos

FLORES DEL MAL
Charles Baudelaire

VIII

LA BEATRIZ

En terrenos de ceniza, calcinados, sin verdores,
mientras me lamentaba un día a Naturaleza,
y mi pensamiento vagaba al azar,
sintiendo en mi corazón clavarse el puñal,
vi, en pleno mediodía, descender sobre mi cabeza
una oscura nube grande y tempestuosa,
que llevaba un rebaño de viciosos demonios,
parecidos a enanos crueles y curiosos.

Pusiéronse a contemplarme friamente
y, como hablando de algún loco que pasa,
les oía reír y murmurar entre sí,
y cambiar más de un guiño y más de un ademán.

«Contemplemos a gusto esta caricatura,
esta sombra de Hamlet que imita su gesto,
la mirada indecisa y los cabellos al viento,
¿no da pena ver a ese vividor,
ese vago, ese histrión sin teatro, ese gracioso,
que porque sabe representar con arte su papel,
quiere interesar con sus cantos de dolor
a las águilas, grillos, arroyos y flores,
e incluso a nosotros, autores de estas viejas rimas,
y recitarnos a gritos sus públicas parrafadas? »

Hubiera podido (mi orgullo, alto como el monte,
domina la nube y el clamor de los demonios)
volver simplemente mi cabeza serena,
si no hubiese entre su tropa obscena,
¡crimen que no hizo tambalear al sol!,
la reina de mi corazón, de mirada sin igual,
que se reía con ellos de mi sombría tristeza
y les hacía, a veces, alguna sucia caricia.


“Prismas de vacíos,
llenen de aterradoras negaciones
los estrechos pabellones
Sepulten los apócrifos libros,
nunca revelen la historia
Imperceptibles sean los aromas
de las sangrientas amapolas
Caminen una y otra vez
Eros y Thanatos en eterna pugna
Apunten certeros el filo de sus dagas
Siembren de abrojos sus pechos.

JEM WONG

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COMEN DEL MISMO PLATO POR FANNY JEM WONG.

COMEN DEL MISMO PLATO POR FANNY JEM WONG.

Por FANNY JEM WONG - 7 de Enero, 2010, 23:11, Categoría: AMISTAD Y DEDICATORIAS

COMEN DEL MISMO PLATO POR FANNY JEM WONG.

De MOMENTO POÉTICO POR FANNY JEM WONG

COMEN DEL MISMO PLATO

Corren lentas las horas
la noche se hace infierno
para quién sufre en vela
El camino es pesado,
árido y duro para el corazón
que marcha cansado
En el cerebro
explosionan las ideas
sin poder separar
el loto del estiércol.
Mas, existe una sola verdad
que tu corazón y el mío
no podrán nunca negar.

Corren de prisa,
risas y sonrisas
entre charcos de mieles
y tibios buñuelos
Repiquetear de hielos,
fiestas de carcajadas,
conocen la verdadera Ley
Mientras la voz de papá anuncia
¡Vengan pequeñas, la sopa se enfría!
Entre empujones y abrazos
llegan a la mesa,
ambas comen
del mismo plato.

La acción está hecha
es ambrosia y es miel
mientras el mal no progresa
Por fin el mal madura
invade de dolor,
angustia y amargura.
¡Si lo dejas!
Déjame darle abrigo
a la agitación del pensamiento
que golpea el corazón
¡Toma, amiga mi mano!
Que la necedad
no venza a la dignidad del amor

TE AMO AMIGA

FANNY JEM WONG
03.01.06

REEDITADO
24-12-2009

Si mi canto toca tu corazón
¡Tómame de la mano!
Recuerda que la amistad
se hace más fuerte y sagrada
en la adversidad
Jem Wong

(Jemwong)
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